Um arquipélago de área protegida a pouco mais de uma hora de voo de Recife ou Natal, com praias de água transparente, trilhas guiadas e uma das melhores visibilidades de mergulho do Atlântico. É destino de quem aceita trocar variedade por qualidade: são poucas praias, todas extraordinárias. Reserve no mínimo cinco dias — sete é o ideal, porque trilhas e passeios de barco dependem do mar.
O que fazer
- Passeio de barco pela costa, com parada na Baía dos Golfinhos
- Trilha do Atalaia, com horário marcado e grupo limitado
- Mergulho de batismo, cilindro ou flutuação com snorkel
- Baía do Sancho e Baía dos Porcos, no lado do Parque Nacional Marinho
- Pôr do sol no Forte do Boldró ou na Praia da Cacimba do Padre
- Projeto Tamar, para entender a conservação que mantém a ilha assim
Quando ir
De agosto a dezembro o mar de dentro fica calmo e transparente — a melhor janela para nadar e mergulhar. De dezembro a março, as ondas do mar de fora atraem surfistas. Entre março e julho chove mais, a ilha fica verde e os preços caem. Lembre que a taxa de preservação ambiental e o ingresso do parque são cobrados à parte da viagem.



