A segunda maior ilha do Mediterrâneo tem água azul de cartão-postal no litoral e, a meia hora de carro dali, vilarejos de pedra, sítios arqueológicos da Idade do Bronze e uma cozinha que não se parece com a do resto da Itália. É destino para quem quer praia sem abrir mão de cultura — e para quem topa dirigir. Dez dias permitem conhecer norte, oeste, interior e sul sem correria.
O que fazer
- Arquipélago de La Maddalena, de barco, com paradas para nadar
- Costa Smeralda e as enseadas do nordeste
- Alghero, de muralhas e influência catalã, e a estrada até Bosa
- Nuraghes — as torres de pedra pré-históricas espalhadas pela ilha
- Barbagia e os murais de Orgosolo, no interior
- Cagliari, o mercado da capital e as praias de Villasimius e Chia
Quando ir
Maio, junho e setembro são os melhores meses: mar já quente e nenhuma das filas do verão europeu. Julho e agosto concentram o turismo italiano, com preços muito mais altos e praias que passam a exigir reserva paga. De novembro a março, boa parte da estrutura do litoral fecha.



